Foto: Acervo Setur-MG / Sérgio Mourão

 

     Por volta de 1700, as terras do atual município de Curvelo eram, antes, pertencentes aos povos indígenas Coroados e Goianás e, também, ponto de passagem de viajantes vindos do Rio de Janeiro e de Piratinga, com destino à Bahia, em busca de ouro e pedras preciosas. Esses viajantes costumavam descansar às margens do ribeirão Santo Antônio.

     Nesse subir e descer os rios São Francisco e Guaicuí, alguns deles resolveram ficar na região. Assim, em volta de uma humilde capelinha, deram inicio a um núcleo populacional.

     Na região, um dos primeiros padres a chegar foi o Padre Antônio Corvelo de Ávila, que, anos depois, deu nome ao município. Mas, antes disso, o local foi designado com outras denominações – quando lugarejo (1714) era chamado de Santo Antônio da Estrada; quando distrito (1731), Santo Antônio do Curvelo -. Em 1831, o então distrito se desmembrou de Sabará, tornando-se autônomo e adotou o nome de Curvelo.

     Por muitos anos, Curvelo foi destaque internacional com o cultivo de algodão, considerada até como a “terra do ouro branco”. Nos dias de hoje, ele se destaca nos mais diversos setores como na agropecuária, cultura, saúde, educação e forró. Segundo o Instituto Estadual de Florestas (IEF), o município é um dos mais arborizados do estado. Dentre os atrativos do destino destacam-se a Basílica de São Geraldo, a Igreja de Santo Antônio e os rios Paraopeba e das Velhas.

 

Dicas de Viagem: O Parque de Exposições Getúlio Vargas recebe, há mais de 60 anos, a Exposição Agropecuária e Industrial de Curvelo. A programação sempre conta com shows diversos e exposição de animais.

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